Portabilidade vs. Empréstimo com imóvel em garantia

Entenda mais sobre essas modalidades financeiras que todos acreditam que seja a mesma operação mas não é.

Quem já pegou um empréstimo ou financiamento com uma instituição financeira já deve ter ouvido falar sobre a portabilidade de crédito. A modalidade, regulamentada pelo Banco Central do Brasil (BC) em 2006, ganhou força a partir de 2014, quando foram anunciadas mudanças para realização do procedimento. Desde então, vem ganhando força progressivamente. Só entre janeiro e novembro de 2017 cresceu 63% o número de pessoas optando pela portabilidade, de acordo com dados do BC. Para quem não conhece, seguem algumas informações importantes sobre o tema.

A portabilidade nada mais é do que transferir sua dívida de uma instituição financeira para outra. Essa migração pode ser realizada em linhas de crédito para pessoa física como financiamento de veículo, crédito imobiliário e cheque especial, entre outros. Segundo Diego Romboli, sócio fundador da CredMov, empresa que atua no mercado financeiro justamente no segmento de financiamentos e empréstimos, os clientes fazem essa escolha em busca de juros menores que, consequentemente, irão diminuir o saldo devedor.

O empresário afirma que uma das melhores formas de avaliar se a migração realmente vale a pena é a analisar os juros oferecidos por cada banco em cada tipo de operação de crédito. No site do Banco Central é possível fazer essa verificação.

É o próprio cliente quem deve solicitar a portabilidade à instituição, e a empresa credora não pode se negar a passar todas as informações do débito. De acordo com Diego, perante a cobrança do cliente, algumas empresas podem tentar reverter a situação com novas propostas e sempre vale a pena examinar as ofertas. Se o objetivo de migração permanecer intacto, é necessário seguir alguns passos.

Antes de formalizar o pedido a um novo banco é preciso checar com a empresa credora atual todos os detalhes e informações do contrato que assinou. Desta forma, conseguirá entender qual seu saldo devedor, a taxa de juros, o número de parcelas restantes, etc.

Com todos os dados em mãos, o cliente já pode buscar uma nova instituição para negociar. Após o acordo, a instituição escolhida quitará sua dívida com o antigo credor e assumirá o débito. Diego explica que a concorrência entre os bancos para oferecer melhores condições é um benefício para os clientes, porém é preciso ficar atento a todos os detalhes para realizar uma migração realmente vantajosa. “As taxas são importantes, mas o custo efetivo total da dívida e a forma como o órgão escolhido trata os clientes também. Imagina o transtorno em mudar para uma instituição que não atende o cliente como você esperava?”, explica.

Outra opção oferecida no mercado financeiro para resolver a vida de clientes endividados é o refinanciamento ou empréstimo com imóvel em garantia. “Aqui na CredMov realizamos esse tipo de negociação e vemos muitos pontos positivos nesse segmento”, comenta Diego. Conforme o empresário, o maior benefício quando o cliente solicita este tipo de empréstimo é a oportunidade de quitar uma grande dívida imediatamente e assumir parcelas com juros baixos que podem ser dissolvidas num longo período.

Quando perguntado sobre o risco desse tipo de acordo, o fundador da CredMov explica que “riscos sempre existirão em negócios financeiros, mas nesse caso ele é consideravelmente baixo e dá tempo e tranquilidade para o cliente se estabilizar”. No Home Equity, ou empréstimo com imóvel em garantia, o cliente recebe a quantia, baseada na avaliação do imóvel. Diego complementa que é possível fazer o empréstimo com imóvel em garantia de uma propriedade financiada. Porém, o valor do saldo devedor atual deve ser somado ao valor desejado de empréstimo. A somatória destes dois valores não pode ultrapassar 50% do valor de avaliação do imóvel.

O empresário esclarece que nesse caso, em vez de fazer uma portabilidade, o cliente pegaria um novo empréstimo para saldar a dívida anterior totalmente e poderia liquidar o novo débito com parcelas de acordo com sua disponibilidade financeira atual e com os juros mais baixos do mercado.

Ambos os casos oferecem alternativas para que o devedor consigo juros mais baixos e um período maior para pagar as parcelas do débito em questão. A melhor opção depende do momento financeiro do cliente, da propriedade que poderia ser colocada em garantia e do tempo que ele deseja quitar o valor total que deve. Para ilustrar melhor as diferenças entre cada alternativa, segue abaixo um descritivo mais detalhado:

Portabilidade: É a troca de financiamento entre as instituições financeiras.

Objetivo: Redução de taxa de juros do financiamento de compra, mantendo prazo, e saldo devedor de financiamento, não há retorno (troco) para o proprietário do imóvel, apenas se troca a mesma dívida para uma instituição com juros menor.

Refinanciamento ou empréstimo com imóvel em garantia: Empréstimo que se utiliza o imóvel para garantia da operação.

Objetivo: O recurso vai para o proprietário do imóvel. A busca por este tipo de operação costuma ser feita para quitar dívidas com juros mais altos, levantar capital de giro para empresa, reformar o imóvel, etc.

Em suma, o principal ponto que o cliente deve ter em mente é resolver com calma e ponderar todas as possibilidades oferecidas no mercado. A CredMov é uma empresa que está disponível a ajudar nesse quesito e pode elucidar suas decisões. Confira mais dicas em nossa página.

Equipe CredMov.

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