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Descubra como conseguir crédito para construção e reforma

Finalmente chegou o momento tão sonhado, aquele em que você consegue comprar a casa própria e mudar para seu novo lar. Mas quem disse que o sonho acaba aí? Ele está só começando. Com a mudança, muitas vezes a família descobre que a propriedade precisa de reformas ou os donos simplesmente querem dar seu toque pessoal na decoração. Enfim, sempre haverá algo a ser feito após adquirir um imóvel. E com o passar dos anos também é inevitável investir na manutenção. Pintura das paredes, consertos repentinos, mudanças de pisos e revestimentos, etc.

Uma grande reforma, seja em uma casa ou apartamento, sempre deve ser planejada com antecedência. Definir as áreas que serão reformadas e pensar nos acabamentos desejados é um primeiro passo. Além disso, é primordial definir o orçamento que deverá ser utilizado em cada etapa das obras: contratação de profissionais, compra de produtos, reforma, acabamento, decoração etc. Por último, é preciso estar preparado, pois existe uma mudança de rotina e uma grande expectativa em torno dessa transformação que vai envolver todos os moradores da casa.

Quando se trata de reformas complexas com mudanças de paredes e na estrutura do imóvel é indicado, e com certeza mais prudente, ter a opinião de um profissional da área para garantir que tudo será feito de forma a preservar a segurança de todos os envolvidos. A contratação de um engenheiro, arquiteto ou design de interiores interfere diretamente no orçamento destinado à obra. Algumas pessoas podem achar que é um gasto desnecessário, mas esses profissionais podem facilitar as decisões e agilizar bastante o tempo de finalização do projeto. Em média, a contratação de um profissional da área custará em torno de 5% do valor total da obra, segundo artigo do Instituto Brasileiro de Desenvolvimento da Arquitetura (IBDA).

Além disso, caso solicite o projeto a um arquiteto ou design de interiores, provavelmente terá um valor mais exato do investimento para construir e decorar tudo como deseja, afinal esses profissionais estão aptos a calcular qual a verba necessária para tirar suas ideias do papel. Do contrário, você corre um risco maior de errar nos cálculos dos materiais e até mesmo no total que pretendia gastar.

Seja para contratação dos profissionais, compra de materiais ou decoração e móveis, é preciso um budget bem estruturado. Segundo Everton Braga, sócio-proprietário da CredMov, empresa especializada em crédito imobiliário, o maior problema de começar a reforma sem o planejamento prévio do investimento é não estar preparado para imprevistos. “Quando se está no meio da obra e acontece uma mudança de planos, e não se tem uma reserva para utilizar, é muito comum ir passando tudo no crédito ou entrar no cheque especial, e aí o cliente acaba caindo num círculo vicioso e perigoso de juros”, explica o empresário.

Este é um dos principais motivos para programar os gastos com a reforma. Estar preparado para o inesperado pode manter a saúde da sua conta bancária durante esse período. Por esse motivo, é importante fazer uma análise criteriosa da sua situação financeira atual e como será durante as obras. Se estiver com dívidas, é melhor esperar para não correr riscos de parar no meio.

Quando começam a traçar a reforma e os gastos, muitas pessoas questionam se podem usar o FGTS. Segundo Everton, esse resgate não é possível. “A Caixa Econômica Federal só libera o FGTS para o cliente que desejar usá-lo como recurso em uma compra ou financiamento de imóvel, em outros casos, como o de uma reforma, por exemplo, o cliente não consegue retirar esse dinheiro”.

Entretanto, quando a melhoria na propriedade é realmente grande, o cliente pode pensar em solicitar um Home Equity. Nessa modalidade de empréstimo, o proprietário deixa o próprio imóvel como garantia. “Pode parecer controverso deixar o imóvel que será reformado como garantia, mas o risco é baixo e se for um empréstimo bem pensando irá facilitar muito a vida do cliente”, explica Everton.

De acordo com o empresário, é possível pegar até 50% do valor da propriedade, mas esse pedido de empréstimo é viável apenas quando o valor da obra for verdadeiramente alto. “Não vale a pena pedir (um empréstimo) por menos de R$ 30 mil. O empréstimo do valor alto realmente facilita a vida do proprietário, pois assegura que não precisará cair nos juros do cartão, por exemplo”, explica.

Everton ainda aconselha a quem optar pelo empréstimo a pensar em uma margem de segurança. É importante ter dinheiro extra para imprevistos ou mudanças no curso do projeto. Isso garante menos stress e caso não use a quantia total, pode usá-la ao final da obra para começar a quitar o empréstimo. “Pegar de 20% a 30% a mais do que estima utilizar é uma margem de segurança boa”, comenta Everton.

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Equipe CredMov

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