Como quitar todas as dívidas?

Concentrar o pagamento em apenas uma parcela pode ser a melhor saída

O sono dos justos para alguns é apenas um sonho. Para quem está endividado, colocar a cabeça no travesseiro e dormir sem preocupação pode não ser tão simples. Infelizmente, muitas famílias vivem essa realidade no Brasil. As razões são diversas, muitos deixaram de cumprir seus compromissos financeiros porque estão desempregados, outros já têm um histórico de descontrole no orçamento, e muitos ainda usam o cartão de crédito indiscriminadamente e sem planejamento.

Conforme a Pesquisa de Endividamento e Inadimplência do Consumidor (Peic), realizada pela Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), foi identificada uma queda nos últimos meses, mas 57% das famílias brasileiras ainda permanecem endividadas, sendo 76,8% delas em razão do cartão de crédito.

De acordo com o indicador do Serviço de Proteção ao Crédito (SPC) e da Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL), na maioria dos casos o uso do cartão de crédito é utilizado como recurso para garantir as necessidades básicas com compras em supermercados (62%) e em farmácias (49%).

Diante desse cenário, fica fácil concluir que o índice de inadimplência segue em ascendência. Segundo estimativa do SPC o número de inadimplentes em julho de 2017 chegou a 59,4 milhões de pessoas. E não são só pessoas físicas que englobam esse panorama. Um levantamento do Serasa Experian mostrou que em maio desse ano, o número de empresas inadimplentes chegou a 5,1 milhões.

É nesse contexto de endividamento generalizado que muitas pessoas e empresas estão buscando uma saída. Segundo Diego Romboli, sócio fundador da CredMov, empresa especializada em crédito financeiro, muitos endividados optam por um empréstimo como solução. O empresário concorda que essa é uma opção vantajosa, pois é possível concentrar o pagamento das dívidas em uma única parcela, porém, explica que os clientes devem procurar empréstimos com juros baixos para que possam pagar com mais tranquilidade.

Romboli ressalta que a queda consecutiva da Selic (taxa básica de juros) nos últimos meses garante um cenário promissor nesse segmento, já que os bancos se baseiam nessa taxa. A tendência é que os juros do empréstimo se tornem ainda menores.

Tipos de empréstimo

Atualmente, o mercado financeiro oferece algumas alternativas interessantes e pouco divulgadas para aquisição de empréstimos, tanto para pessoas físicas como jurídicas. No caso do Home Equity, por exemplo, (Veja os requisitos para esse tipo de empréstimo aquio cliente recebe o empréstimo, baseado na avaliação do imóvel, e pode quitar suas dívidas de uma vez para sair dos juros altos do cartão de crédito e limpar o nome. Os juros são mais baixos e o pagamento pode ser feito a longo prazo, dando tranquilidade e tempo para que a possa se refazer depois da crise financeira.

Existe também a opção de usar o automóvel como garantia para um empréstimo, tudo depende do valor da dívida. Nesse caso, é possível conseguir um crédito de até 90% do valor do veículo quitado e realizar o pagamento em até 48 meses. (Veja os requisitos para esse tipo de empréstimo aqui). “Em caso de dívidas menores essa alternativa é excelente, pois não é necessário se desfazer do seu carro para adquirir o crédito”, explica Diego.

“A CredMov foi criada justamente para prestar consultoria e orientar qual o melhor tipo de empréstimo realizar, e qual a melhor proposta aceitar. Os principais bancos oferecem esses tipos de crédito e muitas vezes as pessoas perdem boas oportunidades, pois não tem tempo nem conhecimento para pesquisar tudo que o mercado oferece, por isso fazemos a consultoria e apresentamos opções adequadas às necessidades do cliente, para que ele possa decidir por um empréstimo que possa realmente facilitar sua vida”, finaliza o empresário.

One Comment

  1. PAULO CESAR BISPO-
    13 de outubro de 2017 at 10:30

    ÓTIMA MATÉRIA, ESPERO QUE APROVE MEU EMPRÉSTIMO. TENHO MUITAS DIVIDAS PARA QUITAR…

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